Dono de mercadinho reage a assalto, mata dois adolescentes e deixa outros dois feridos

Dois adolescentes foram mortos e outros dois ficaram feridos quando tentavam assaltar um mercadinho no município de Sobral, distante 250,3 quilômetros de Fortaleza.

De acordo com informações do delegado Hebert Ponte, cinco rapazes invadiram o local e tentaram realizar um assalto. O dono do estabelecimento reagiu e atirou no grupo.

No momento do tiroteio, os dois adolescentes foram atingidos e morreram no local. Os outros dois jovens assaltantes foram encaminhados à Santa Casa de Misericórdia e têm quadro estável. O proprietário fugiu após o crime e, segundo o delegado, ainda não se apresentou à Polícia.

A Polícia procura o quinto assaltante, que fugiu logo após o comerciante ter reagido.

Fontewww.opovo.com.br

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Lei dinamarquesa obriga Igreja a realizar o casamento religioso de homossexuais

Agora é lei. Igrejas Luteranas da Dinamarca são obrigadas a realizarem casamentos religiosos de pessoas do mesmo sexo. O Parlamento votou sobre o caso na quinta-feira (7) sendo que 85 votos foram a favor, 24 contra e 2 deputados resolveram se abster do caso.

Na Dinamarca não há separação entre a Igreja e o Estado e por isso, os parlamentares podem interferir no andamento da igreja. Mas mesmo assim os pastores podem vetar ou não a realização dessa união caso sejam contra a homossexualidade.

Ou seja, mesmo sendo lei os pastores só realizarão o casamento entre pessoas do mesmo sexo se eles concordar com tal relacionamento, caso contrário não será obrigado e os noivos poderão procurar outra igreja para confirmar seus votos.

Na Dinamarca o casamento civil é liberado desde 1989, por lá esse assunto não é mais um tabu e 70% da população já aprova tal medida. Os bispos luteranos também não são contra, tanto que muitos já agendaram cerimônias para realizar o casamento de homossexuais.

Fonte: noticias.gospelprime.com.br

A estrela política da Parada Gay

Da coluna de Gilberto Dimenstein na Folha de São Paulo:  A estrela política da Parada Gay foi o católico conservador Geraldo Alckmin –ele deu um exemplo de respeito à diversidade. Um contraste com Fernando Haddad e José Serra que, certamente de olho nos votos dos religiosos, preferiram ficar longe do evento. Haddad talvez esteja preocupado com a repercussão do chamado kit-gay; e Serra vem, nos últimos tempos, se comportando com um pendor religioso que tem mais a ver com as urnas do que com Deus. Ao não participarem da Parada Gay, Serra e Haddad demonstraram pouco respeito não com os gays, mas com São Paulo –aliás, nenhum candidato a prefeito estava lá. Como católico fervoroso, desses que se confessam, Alckmin tem suas convicções religiosas. Mas, como governador de São Paulo, sabe que a Parada Gay representa a diversidade e um esforço de ajudar a combater a violência contra o grupo marcado pela discriminação. Neste ano, coube ao seu governo lançar a ideia de um museu, numa estação do metrô, em homenagem à diversidade sexual.

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A propaganda é a alma do negócio. Pela primeira vez, uma medição de público com caráter científico foi realizada na Parada Gay de São Paulo, ocorrida no último domingo. E os números mostram algo bem mais modesto do que os mais de 3 milhões de participantes alardeados nos últimos anos: “Míseros” 270 mil.

Fonte: Fratres in Unum

Portal Terra noticia encontro anual do Clube Bilderberg

Redação Mídia@Mais

Reunidos este final de semana no estado da Virginia (EUA), os membros do exclusivo clube não passarão incólumes pela imprensa brasileira: uma pequena nota no portal anunciou o evento, que costuma reunir nomes como os de Henry Kissinger, David Rockefeller e Bill Gates.

Segundo o texto do Terra, “o influente e discreto Clube Bilderberg (…) é considerado um dos grupos com maior poder efetivo do mundo.O fórum, que reúne personalidades europeias e norte-americanas com grande peso na política, nas finanças e na comunicação, reuniu-se pela primeira vez em 29 e 30 de maio de 1954 no hotel Bilderberg (daí seu nome), perto de Arnhem, na Holanda. O Bilderberg reúne-se a cada ano em um país diferente, em geral na Europa, e uma vez a cada quatro anos nos Estados Unidos ou no Canadá. Em 2012, o clube celebra sua 60ª edição (em 1955 e 1957 houve duas reuniões, e em 1976 não aconteceu), na qual vai debater as políticas de austeridade e de crescimento na Europa, a evolução do panorama político no Velho Continente e os desafios energéticos, segundo informação do próprio grupo em nota oficial.”

(http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201206021349_EFE_81269247)

Quem quiser uma versão dos acontecimentos fora da “nota oficial” pode tentar o livro “A verdadeira história do Clube Bilderberg”, do jornalista russo Daniel Estulin, entre outros disponíveis na internet.

Fonte: www.midiaamais.com.br/

Brasil, 2º país mais perigoso do mundo para jornalistas

(Não basta ser campeão mundial em homicídios… Deve ser por isso que o Brasil, ao lado de Índia e Paquistão, impediu a aprovação de um plano de ação da ONU para proteger jornalistas. Como os ditadores podem censurar a imprensa se não pode matar os jornalistas? Melhor proibir a proteção aos mesmos do que divulgar a verdade do crime organizado terrorista).

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) cobra das autoridades estaduais investigação do assassinato do jornalista Décio Sá. Ele foi morto com seis tiros enquanto jantava em um bar-restaurante em São Luís, no Maranhão, na noite da última segunda-feira, 23. É o quarto jornalista assassinado no Brasil em 2012.

Décio Sá trabalhava no jornal “O Estado do Maranhão”, pertencente à família Sarney, e mantinha um blog sobre política. Ele deixa mulher e um filho de oito anos.

A Abraji vê com preocupação a escalada de violência contra jornalistas no Brasil e cobra agilidade das autoridades na solução do caso. Além de responsabilizar os culpados, a investigação deve esclarecer a motivação do crime e se ele teve relação ou não com o trabalho jornalístico. Crimes que visam calar um jornalista configuram um grave atentado à liberdade de expressão.

A violência contra repórteres no ano passado fez o país despencar 41 posições no ranking de liberdade de expressão da ONG Repórteres Sem Fronteiras. Segundo o INSI (International News Safety Institute), em 2011 o Brasil foi o 8º país mais perigoso do mundo para jornalistas. Em 2012, ocupa a segunda posição no ranking.

Índice elaborado pela organização americana Comitê para Proteção de Jornalista (CPJ) divulgado neste mês indica que o Brasil é o 11º país do mundo com o pior índice de impunidade em crimes contra jornalistas.

Em março, o governo brasileiro, ao lado de Índia e Paquistão, impediu a aprovação de um plano de ação da ONU para proteger jornalistas.

Fonte: ABRAJI :: Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo