O papiro da “esposa de Jesus” é visto como falsificação por especialistas

Joe Kovacs

Não é apenas a certidão de nascimento de Barack Obama que é tida por muitos como uma fraude.

Um fragmento de papiro sugerindo que Jesus Cristo de Nazaré era na verdade casado está recebendo o mesmo tratamento pelos especialistas.

“Eu diria que é uma falsificação”, disse à Associated Press o papirologista da Universidade de Hamburgo, Alin Suciu, durante um congresso de estudos cópticos em Roma.

“O manuscrito não parece autêntico” quando comparado a outras amostras de manuscritos coptas em papiros que datam do século IV.

Outro especialista que questiona a autenticidade do fragmento é Stephen Emmel, professor de estudos cópticos na Universidade de Muenster, que em 2006 analisou a descoberta do Evangelho de Judas.

“Há algo nesse fragmento. Algo em sua aparência e também na gramática copta que me parece ser de alguma forma não muito convincente”, afirmou.

O papiro foi manchete pelo mundo todo na terça-feira e teve cobertura do New York Times. Links para a reportagem foram colocados no WND e no Drudge Report.

Diz-se que o papiro contém a frase “Jesus disse a eles: minha esposa…”.

A descoberta foi alardeada por Karen King, professora de cristianismo primitivo na Harvard Divinity School.

“Esse fragmento sugere que alguns cristãos primitivos tinham uma tradição que acreditava que Jesus era casado”, afirmou King à Times. “Como já sabemos, existiu uma controvérsia no século II sobre Jesus ter sido ou não casado. Esse assunto surgiu involuntariamente na discussão sobre a possibilidade dos cristãos poderem se casar e fazer sexo”.

O fragmento desbotado de papiro mede apenas 3.8 cm por 7 cm – tamanho parecido com um cartão de visitas ou um pequeno celular.

Tem oito linhas de um lado, com tinta preta legível com a ajuda de uma lupa.

Logo abaixo da menção à Jesus ter uma esposa, há outro trecho que diz “Ela estará preparada para ser minha discípula”.

King admitiu na quarta-feira que ainda há perguntas a serem respondidas no que diz respeito ao fragmento. Além disso, ela diz aceitar de bom grado a ajuda de seus colegas profissionais da área. Agora ela pretende submeter o documento a testes na tinta para descobrir se os componentes químicos lá encontrados são os mesmos daqueles usados nos tempos antigos.

“Ainda temos trabalho a fazer, como testar a tinta e assim por diante. Mas o que é mais excitante nesse fragmento, é que ele é o primeiro caso onde temos cristãos afirmando que Jesus teve uma esposa” disse a professora à AP.

A Bíblia em si, nunca insinuou que Jesus era casado. King disse que o fragmento de papiro, mesmo que se comprove autêntico, não dá evidências de que Jesus era casado, apenas diz que centenas de anos após a morte e ressurreição de Jesus, alguns cristãos acreditavam que Ele tinha uma esposa.

O linguista copta Wolf-Peter Funk também coloca em dúvida a autenticidade. Segundo ele, o papiro tem uma forma “suspeita”.

Ele disse à AP que não há como avaliar a relevância do fragmento, pois ele não tem contexto.

“Existem milhares de fragmentos de papiros onde você pode achar disparates”, disse Funk, co-diretor de um projeto de edição da biblioteca copta de Nag Hammadi na Universidade Laval, em Quebec. “Pode ser qualquer coisa”, disse.

Parte do mistério do fragmento é que ninguém parece estar certo da origem, procedência ou onde ele esteve. Além disso, o proprietário desse papiro pediu para que não ter seu nome revelado.

A Harvard Divinity School disse que o fragmento aparentemente veio do Egito e sua documentação mais antiga é do começo dos anos de 1980. Isso indica que um professor alemão (agora falecido) acreditava que a peça era evidência de que Jesus poderia ser casado.

Hany Sadak, diretor geral do Museu Copta em Cairo, disse que os especialistas em antiguidades egípcias não faziam ideia da existência do fragmento até que ele apareceu nos noticiários.

“Eu particularmente penso, como pesquisador, que esse fragmento não é autêntico, pois caso fosse, ele teria estado no Egito anteriormente e nós saberíamos dele; também teríamos ouvido falar dele antes dele sair do Egito” disse Sadak à AP.

King disse que o proprietário que vender sua coleção para Harvard.

“Há todo tipo de suspeitas quando se trata desse assunto”, afirmou David Gill, professor de herança arqueológica na Universidade Campus Suffolk e autor do blog Looting Matters, que segue de perto o comércio ilícito de antiguidades.

“Ao meu ver, qualquer acadêmico sensato e responsável manteria distância disso.”

O surgimento do fragmento está causando muita conversa na blogosfera.

Michael D’Antonio, autor de Mortal Sins, Sex, Crime, and the Era of Catholic Scandal disse: “As implicações da descoberta da professora King são profundas. Se Jesus era casado, o principal argumento espiritual em favor da ordenação clerical apenas de homens e do celibato dos padres católicos será questionado. (Os padres não teriam de abandonar o sexo para imitá-Lo). Mais importante ainda, se Jesus era um homem de família, então a reivindicação feita pelo clero católico, que se denomina como sobrenaturalmente próximo à Deus, perderia muito de sua força.

Do WND: http://www.wnd.com/2012/09/jesus-wife-papyrus-blasted-as-forgery/

Tradução: Leonildo Trombela Júnior

Fonte: Mídia Sem Máscara

Será o registo fóssil suficientemente completo para vermos que humanos e dinossauros não coexistiram?

Laonastes aenigmamus or Laotian rock rat

Photo Smithsonian Institute, Wikipedia.org

Daniel Anderson

Segundo a Bíblia, Deus criou os animais terrestres e os seres humanos no sexto dia da criação há cerca de 6,000 anos atrás. Isto significa que os dinossauros, Adão e Eva coexistiram no Jardim do Éden logo no princípio da criação.

No entanto, os crentes na teoria da evolução (evolucionistas) tentam validar as suas desilusões darwinianas atacando a descrição Bíblicas das origens humanas alegando uma “ausência de evidências” no registo fóssil. [Segundo o credo a evolucionista, a imaginada ausência de evidência de alguma forma “prova” que não houve coexistência.] Dito de outra forma, uma vez que ossos de dinossauro e ossos humanos supostamente nunca foram encontrados juntos no mesmo estrato sedimentário, os evolucionistas alegam que isso demonstra que humanos e dinossauros não coexistiram.

Para além do facto da ausência de evidência não provar a ausência de coexistência (na melhor das hipóteses, a ausência de evidência faz-nos defender que a coexistência não está demonstrada), três exemplos específicos não só ilustram o erro da lógica evolucionista, como fornecem evidências positivas em favor da credibilidade da Bíblia.

Celacanto.

Os evolucionistas acreditavam que o celacanto havia-se extinguido há cerca de 65 milhões de anos atrás mas em 1938, homens a pescar na costa da África do Sul encontraram-nos vivos e de boa saúde. Segundo a “lógica” evolucionista, este animal deve ter coexistido com uma montanha de outras formas de vida marinhas, embora o registo fóssil esteja silencioso nesse aspecto. Acresce-se que o celacanto e o ser humano continuam a coexistir embora os seus ossos fósseis nunca tenham sido descobertos juntos.

Portanto, segundo a interpretação evolucionista do registo fóssil, humanos e celacantos nunca coexistiram na mesma linha temporal, embora estejam actualmente a coexistir na mesma linha temporal.

Tuatara

Nativo da Nova Zelândia, este lagarto supostamente extinguiu-se há cerca de 135 milhões de anos atrás. Durante os últimos 135 milhões de anos [datação evolucionista], o Tuatara coexistiu com um certo número de outros animais, embora as evidências fósseis não tenham qualquer registo.1 Os tuataras e os humanos continuam a coexistir embora os seus ossos fósseis nunca tenham sido descobertos juntos.

Rock rat

Recentemente, cientistas ficam chocados por descobrir que o “Laotian rock rat” se encontrava vivo e de boa saúde nas selvas de Laos. Tendo como base o registo fóssil, os evolucionistas defendiam que este tipo de roedor se havia extinguido há cerca de 11 milhões de anos atrás. 2

Mais uma vez, o rato das rochas tem coexistido com muitas outras criaturas sem que no entanto o registo fóssil testemunhe em favor dessa coexistência. Paralelamente, e tal como os animais citados previamente, este roedor tem vivido com os seres humanos embora os fósseis não revelem essa coexistência.

Conclusão:

Estes são apenas alguns exemplos de coexistência entre criaturas sem que isso seja revelado pelo registo fóssil. Muitos outros exemplos provavelmente podem ser usados como evidência de animais que coexistem com seres humanos sem que no entanto existam evidências fósseis que confirmem essa coexistência (leões? gatos? cães?). Isto faz-nos ver que a alegação de que fósseis humanos e fósseis de dinossauro nunca foram encontrados juntos e desde logo não coexistiram, é irrelevante uma vez que muitos outros animais coexistiram com o ser humano embora não existam evidências fósseis.

A fossilização é um evento raro onde vertebrados tais como os dinossauros e os seres humanos formam menos de 0.0125% da totalidade do registo fóssil.3

No caso do celacanto, as evidências empíricas demonstram que criaturas podem facilmente coexistir com o ser humano sem que no entanto deixem evidências de tal coexistência no registo fóssil.

Fonte originária.

Tradução: darwinismo.wordpress.com

Referências:
1 Sodera, V., One Small Speck to Man. p. 1. 36. Return to Text.
2. Retired professor captures a ‘living fossil’—Laotian rock rat once believed to have gone extinct. http://www.sciencedaily.com/releases/2006/06/060614090123.htm. 14 June 2006. See also: The ‘Lazarus effect’: Rodent ‘Resurrection’! Creation 29(2):52–55, 2007.
3. Morris, J.D., The Young Earth, Master Books, p. 70, 1994.

Conheça os líderes universitários que estão tentando redefinir a pedofilia como “intimidade intergeracional”

Anne Hendershott

A indignação e nojo que a maioria de nós sentiu quando ficamos sabendo das alegações de abuso sexual de meninos nas escolas de esporte da Universidade Estadual Penn e da Universidade de Syracuse indicam que nossas normas culturais sobre o abuso sexual de menores estão intactas. Contudo, apenas uma década atrás um movimento paralelo começou em algumas universidades a redefinir a pedofilia como a mais inócua “intimidade sexual intergeracional”.

A publicação do livro “Harmful to Minors: The Perils of Protecting Children from Sex” (Prejudicial para Menores: Os Perigos de se Proteger Crianças do Sexo) prometeu aos leitores uma “reavaliação radical, atual e há muito esperada de como pensamos e agimos com relação à sexualidade de crianças e adolescentes”. O livro foi publicado pela editora da Universidade de Minnesota em 2003 (com prefácio de Joycelyn Elders, que havia sido ministra da Saúde do governo de Bill Clinton). Depois da publicação, a autora Judith Levine postou uma entrevista no site da universidade condenando abertamente o fato de que “há pessoas que estão promovendo uma agenda cristã conservadora que impedirá crianças menores de idade de terem acesso à expressão sexual”, e acrescentando que “realmente temos de proteger as crianças de perigos reais… mas isso não significa protegê-las de algumas fantasias de sua inocência sexual”.

Essa redefinição da inocência da infância como “fantasia” é a chave para enfraquecer a definição da perversão da pedofilia, que satura as universidades e outros lugares. Valendo-se da linguagem da teoria pós-moderna, aqueles que estão trabalhando para redefinir a pedofilia estão primeiramente redefinindo a infância, afirmando que a “infância” não é uma certeza biológica. Em vez disso, a infância é uma invenção que a sociedade construiu — um objeto produzido pela sociedade durante a história. Tal desconstrução da infância é produto dos esforços de um movimento de poderosos defensores da pedofilia apoiados por especialistas das universidades e por um grande número de escritores, pesquisadores e editores que estavam dispostos a questionar o que a maioria de nós vê como conduta tabu.

Os teóricos pós-modernos estão interessados principalmente em trabalhos escritos que evocam a natureza fragmentária da experiência e a complexidade da linguagem. Uma das fontes mais citadas para isso é o livro “Male Intergenerational Intimacy: Historical, Socio-Psychological and Legal Perspectives” (Intimidade Intergeracional Masculina: Perspectivas Históricas, Socio-Psicológicas e Legais). Essa coleção de artigos de especialistas acadêmicos — na maior parte europeus, mas alguns ligados a universidades dos EUA — fornece um argumento muito forte a favor do que eles chamam de “intimidade intergeracional”. Ken Plummer, um dos que contribuíram, escreve que “não mais podemos presumir que a infância é uma época de inocência simplesmente por causa da idade cronológica da criança”. Aliás, “uma criança de sete anos pode ter construído uma conjunto elaborado de compreensões e códigos sexuais que deixaria muitos adultos de boca aberta”.

Afirmando se apoiar no trabalho teórico dos historiadores sociais, das feministas socialistas, dos Foucauldianos e dos sociólogos construcionistas, Plummer prometeu construir uma “nova e fecunda maneira de ver a sexualidade e as crianças”. Dentro dessa perspectiva, há a suposição do desenvolvimento sexual linear e nenhuma infância real, apenas uma definição imposta a partir de forças externas.

Condenando abertamente as “perspectivas essencialistas da sexualidade”, esses escritores tentam remover as barreiras essencialistas da infância, abrindo a porta para os pedófilos pós-modernos verem tal conduta como parte da política da transgressão. Eles não mais são pervertidos; eles são simplesmente “cruzadores de barreiras” pós-modernos.

Em 1990, a Revista de Homossexualidade publicou uma edição dupla dedicada ao sexo entre adultos e crianças intitulada “Intimidade Intergeracional”. David Thorstad, ex-presidente da Aliança de Ativistas Gays de Nova Iorque e membro fundador da Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (conhecida pela sigla em inglês NAMBLA: North American Man/Boy Love Association), escreve que “o amor por meninos ocorre em todas as vizinhanças hoje”. O movimento [de amor entre homens e meninos] continua, mas tornou-se clandestino desde que a NAMBLA se achou envolvida numa encrenca de 200 milhões de dólares devido a uma ação legal de direitos civis por causa de uma morte por negligência. A ação foi iniciada no Tribunal Regional Federal de Boston e afirma que os artigos no site da NAMBLA fizeram com que Charles Jaynes, membro da NAMBLA, torturasse, estuprasse e matasse um menino de 10 anos da cidade de Boston.

Não muito tempo atrás, os pedófilos pós-modernos receberam ajuda, para enfraquecer a definição de suas perversões, do Conselho Federal de Psicologia dos Estados Unidos (American Psychological Association). Em 1998, o CFP publicou um artigo em seu Boletim Psicológico que concluía que o abuso sexual contra crianças não provoca danos. Os autores recomendaram que a pedofilia deveria em vez disso ser tratada com um termo neutro como “sexo entre adultos e crianças”. A NAMBLA rapidamente postou a “boa notícia” em seu site, declarando que “a atual guerra contra os amantes de meninos não tem base na ciência”.

Parece que muitos pedófilos pós-modernos aceitaram a recomendação com muita seriedade. Por algum tempo, vivemos numa cultura em que o sexo entre homens e meninos era não só tolerado, mas também celebrado. E embora a revolta pública contra as alegações de estupros de meninos da Universidade Estadual Penn e da Universidade de Syracuse revele que a pedofilia masculina permanece um terreno questionado para a maioria, o sexo entre mulheres e meninas mal é registrado na tela do radar cultural, por causa do poder do movimento feminista.

O espetáculo teatral “Os Monólogos da Vagina”, por exemplo, é ainda um repertório dramático padrão nas produções estudantis nas universidades — inclusive na Universidade Estadual Penn e na Universidade de Syracuse. A peça original explora a história de uma menina alcançando sua “maturidade”, começando com uma menina de 13 anos gozando um caso sexual com uma mulher de 24 anos. Versões da peça publicadas posteriormente mudaram a idade da menina de 13 para 16 anos, e a peça continua a ser encenada. A produção de fevereiro do ano passado na Universidade de Syracuse foi inovada quando convidaram um elenco composto por membros da universidade para encenar a peça na universidade.

Embora a indignação com as recentes alegações de abuso sexual indicasse que o rótulo de pervertido permanecerá para a prática da pedofilia, a realidade está aí de que poderosos defensores da pedofilia, com acesso às editoras universitárias, continuarão sua campanha semântica e ideológica para enfraquecer a definição dessa forma de perversão.

Anne Hendershott é célebre professora da Universidade do Rei em Nova Iorque, EUA. Ela é autora de “The Politics of Deviance” (As Políticas da Perversão). Este artigo apareceu originalmente no Public Discourse e foi publicado com permissão.

Fonte: Notícias Pró-Família

Nasceu sem cérebro e tem 6 anos

A douta “opinião pública” bem sabe que bebês anencéfalos não sobrevivem; mas e se sobreviverem?

Jimena é uma garota mexicana que tem seis anos de idade. Quando engravidou, a sua mãe tinha 15 anos e, o pai, 16; ao nascer, a garota foi entregue para adoção, sendo acolhida mais tarde por um casal de membros do Movimento Regnum Christi, Pepe e Celia, que nos oferecem hoje este belo testemunho.

Não sou médico e não entendo as distinções entre os diversos tipos de patologias neurológicas que atingem os fetos ainda em formação e, portanto, não sei dizer exatamente qual o problema que a Jimena possui, que também não é precisado pelo site; no entanto, sei que Jimena não tem cérebro. O neurologista da menina diz que ela nasceu assim, somente com o tronco cerebral e um pouco do cerebelo e, por conseguinte, não ouve e nem enxerga. Chama a menina de “milagrezinho”, porque crianças com este problema não vivem mais do que oito meses, no máximo um ano, e Jimena tem seis.

Segundo o pai da menina, Jimena é “a grande lutadora em favor da vida. Minha esposa a tem levado a vários congressos de deputados, onde estão tratando de leis em relação à vida, e ela [a mãe] lhes põe [a menina] nos braços, fala-lhes de como ela é, e os deixa tocados. [Jimena e]stá mudando a forma de pensar de muita gente”.

Fonte: primeiramente.wordpress.com

Cinco malefícios da maconha

Rodrigo Fialho

Muitas organizações e pessoas tem defendido a liberação do uso e tráfico da maconha no Brasil afirmando que a droga não causa sérios danos à saúde do usuário, o que não é verdade. Aproveito a onda de manifestações em prol da legalização da maconha para divulgar cinco malefícios causados pela droga:

Primeiro:  A maconha reduz a defesa das pessoas às doenças.

Segundo: Mesmo consumida em doses mínimas, pode prejudicar a capacidade de dirigir, pois ataca a concentração, atenção e juízo dos motoristas, diminuindo as faculdades de percepção e movimento.

Terceiro: Maconha pode causar câncer de pulmão: Alguns estudos sustentam que a maconha mais do que a nicotina pode iniciar alterações cancerígenas em células do pulmão.

Quarto: 80% dos usuários que tentam largar o vício sofrem com problemas para dormir, com insônia e pesadelos. “Quando essas pessoas tentam dormir têm pesadelos. Acordadas, apresentam nervosismo, ansiedade, perdem o apetite e emagrecem”, diz uma cientista.

Quinto: Consumidores de maconha têm performance até 30% inferior à de pessoas que não usam a droga em testes relacionados à capacidade de atenção, processamento de informações, abstração, organização de idéias, tomada de decisões e memória.

Maconha: últimos estudos a respeito: