Chique de matar: o amor doentio de Hollywood por Che Guevara

Numa época em que a imprensa se cala diante da tortura do regime chinês a cristãos e opositores políticos, diante da desfaçatez com que o Holocausto é negado, e diante da escalada da violência comunista na América Latina, onde muitos se prontificam a se tornar representantes políticos de terroristas narcotraficantes, não é de se admirar que a imagem de um assassino como Ernesto “Che” Guevara seja glamurizada. Um tempo no qual, em nome da “qualidade de vida”, defende-se o aborto, e em que se evoca a liberdade de expressão para defender os que mais a ela se opuseram, como é o caso do “Che”, comparsa de Fidel Castro, e ídolo dos petistas que hoje governam o país.