Movimento homossexual agride jovens católicos em Curitiba-PR

A Cruzada pela Família estava passando pela capital paranaense. Ao fim do segundo dia de campanha, um magote de ativistas do movimento homossexual cercou, cuspiu, agrediu e fez obscenidades contra os caravanistas, que reagiram com firmeza e altaneria. O movimento homossexual prega a tolerância, mas não tolera nem a mínima oposição, ainda que pacificamente. É mais um sintoma da ditadura homossexual, da perseguição religiosa e da cristianofobia.

Manifestação Cristã Atacada por Ativistas Homossexuais

Intolerance against Christians – Junho de 2012: Cerca de 70 cristãos que faziam uma caminhada pacífica e orante em manifestação contra a “Parada do orgulho gay”, em Viena, no dia 16 de junho, foram atacados em represália por ativistas da agenda homossexual.

Um cartaz dos cristãos foi destruído no ataque por um membro da parada gay. Vários cânticos usando uma variedade de slogans anticristãos eram gritados ou cantados, incluindo: “Jesus Cristo era homossexual e tinha 12 parceiros sexuais”. Eles gritaram também: “O papa é um porco”. Um cartaz dos ativistas homossexuais dizia: “Catolicismo é curável”. A rota registrada [nos órgãos competentes] da manifestação cristã foi bloqueada por um grupo não registrado de ativistas homossexuais. Somente uma quantidade extraordinária de policiais, incluindo unidades especiais, pôde proteger o grupo cristão da violência física.

Vídeo sobre o ocorrido (com algumas senas inapropriadas)

Fonte: Fratres in Unum

Lei dinamarquesa obriga Igreja a realizar o casamento religioso de homossexuais

Agora é lei. Igrejas Luteranas da Dinamarca são obrigadas a realizarem casamentos religiosos de pessoas do mesmo sexo. O Parlamento votou sobre o caso na quinta-feira (7) sendo que 85 votos foram a favor, 24 contra e 2 deputados resolveram se abster do caso.

Na Dinamarca não há separação entre a Igreja e o Estado e por isso, os parlamentares podem interferir no andamento da igreja. Mas mesmo assim os pastores podem vetar ou não a realização dessa união caso sejam contra a homossexualidade.

Ou seja, mesmo sendo lei os pastores só realizarão o casamento entre pessoas do mesmo sexo se eles concordar com tal relacionamento, caso contrário não será obrigado e os noivos poderão procurar outra igreja para confirmar seus votos.

Na Dinamarca o casamento civil é liberado desde 1989, por lá esse assunto não é mais um tabu e 70% da população já aprova tal medida. Os bispos luteranos também não são contra, tanto que muitos já agendaram cerimônias para realizar o casamento de homossexuais.

Fonte: noticias.gospelprime.com.br

A estrela política da Parada Gay

Da coluna de Gilberto Dimenstein na Folha de São Paulo:  A estrela política da Parada Gay foi o católico conservador Geraldo Alckmin –ele deu um exemplo de respeito à diversidade. Um contraste com Fernando Haddad e José Serra que, certamente de olho nos votos dos religiosos, preferiram ficar longe do evento. Haddad talvez esteja preocupado com a repercussão do chamado kit-gay; e Serra vem, nos últimos tempos, se comportando com um pendor religioso que tem mais a ver com as urnas do que com Deus. Ao não participarem da Parada Gay, Serra e Haddad demonstraram pouco respeito não com os gays, mas com São Paulo –aliás, nenhum candidato a prefeito estava lá. Como católico fervoroso, desses que se confessam, Alckmin tem suas convicções religiosas. Mas, como governador de São Paulo, sabe que a Parada Gay representa a diversidade e um esforço de ajudar a combater a violência contra o grupo marcado pela discriminação. Neste ano, coube ao seu governo lançar a ideia de um museu, numa estação do metrô, em homenagem à diversidade sexual.

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A propaganda é a alma do negócio. Pela primeira vez, uma medição de público com caráter científico foi realizada na Parada Gay de São Paulo, ocorrida no último domingo. E os números mostram algo bem mais modesto do que os mais de 3 milhões de participantes alardeados nos últimos anos: “Míseros” 270 mil.

Fonte: Fratres in Unum