Entrevista de Heitor De Paola a um grupo de alunos de Olavo de Carvalho

Vários autores

1- Como conciliar o ateísmo de Freud com sua cosmovisão, que, segundo se vê em teus escritos, é mais ampla?

Em primeiro lugar, o que se chama psicanálise atualmente é, na maior parte das vezes, puro charlatanismo. A psicanálise criada por Freud é hoje uma exceção. Possivelmente nada é mais fácil do que abrir um consultório, dizer-se psicanalista, o que ainda atrai muita gente – e fazer qualquer coisa, pois as pessoas que sofrem são muito suscetíveis a serem enganadas. A própria International Psycho-Analytical Association cria cursos em qualquer lugar, sem base no caráter dos indivíduos que aprova, transformou-se numa verdadeira ‘ação entre amigos’. Esta a razão pela qual eu saí de todas as instituições psicanalíticas.

Embora Freud tenha alertado que a psicanálise não servia para base de nenhuma weltanschauung, ele mesmo tentou fazer isto através de diversas críticas à moralidade e às religiões. Particularmente importam aqui os trabalhos Totem e TabuO Futuro de uma IlusãoA Civilização e seus Descontentes (também traduzida por O Mal Estar na Cultura), e Moisés e o Monoteísmo. A principal obra de Freud, que é a clínica, não é de jeito nenhum uma crítica à moralidade, mas uma interpretação das raízes psicológicas desta. Tenho dúvidas se Freud era mesmo ateu convicto ou lutava contra a tradição judaica ortodoxa na qual tinha sido criado. Ironicamente posso dizer isto baseado no que ele mesmo ensina: a revolta contra os pais e as autoridades como fonte de perturbações mentais! E ele era indubitavelmente uma alma torturada e, pessoalmente, extremamente conservador e rigidamente moralista. Estranho que a psicanálise é também acusada, por outras fontes, de levar as pessoas à acomodação e aceitação da autoridade.

Freud usava a palavra Seele, que pode ser traduzida por alma. Os tradutores ingleses Joan Riviere e mais tarde a tradução “oficial” de James e Alix Strachey, supervisionada por Anna Freud (The Standard Edition of the Complete Psycological Works of Sigmund Freud, em 23 volumes), traduziram por mente, às vezes por psiquismo, para evitar que a obra fosse vista como religiosa e não rigorosamente científica, preocupação que era também de Freud de que a psicanálise viesse a ser vista como uma religião judaica, daí escolher para primeiro Presidente da Associação Psicanalítica Internacional (fundada em 1910) um suíço-alemão com o qual tinha enormes divergências, Carl Jung. Da mesma forma Freud nunca usou os termos Ego, Superego e Id, masIch (eu), Überich (algo acima do eu) e Es (sem tradução por ser gênero neutro do alemão. O mais aproximado seria aquilo, ou isto, para se referir à fonte dos impulsos instintivos).

Em segundo lugar, Freud não foi o primeiro a falar em inconsciente, mas sim em inconsciente reprimido, conteúdos que já foram conscientes e, por serem ameaçadores, foram enviados para o inconsciente. Isto é um achado da clínica.

E é aí que eu entro: depois de muito refletir e ler as críticas de Popper e Merquior me dei conta de que as conclusões clínicas são totalmente independentes das estapafúrdias aplicações “científicas”. Sempre tive por norma usar o melhor que um autor tem para dar e deixar de lado o acessório. Convenci-me dos resultados clínicos pelo efeito que teve em mim e pela aplicação do método na minha clínica.

Também deve-se levar em consideração que grande parte do que se sabe da psicanálise é a aberrante interpretação – ou apropriação, como queria Erich Fromm – da Escola de Frankfurt, que a utilizou para uma crítica social anticapitalista e revolucionária.

2- Conte um pouco do seu passado como comunista e o que o levou a romper com a esquerda. O seu rompimento com o marxismo foi gradual?

A resposta a esta pergunta já está na introdução ao livro O Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial. Mas a pergunta está bem colocada quando divide em dois rompimentos: com a esquerda, entendida como participação efetiva e ativa no processo revolucionário, e com o marxismo, entendido como cosmovisão.

O primeiro se deu mais rapidamente e dependeu de dois fatores: jamais aceitei a luta armada e tão logo a organização à qual eu pertencia, a Ação Popular, aderiu a ela, pulei fora. O segundo fator é mais importante: a AP, fundada em 1963 pelo líder “católico” da JUC (Juventude Universitária Católica) Herbert José de Souza, o Betinho, e o padre jesuíta Henrique Vaz, apresentava-se como uma opção para os que se iludiram com o socialismo, mas recusavam o materialismo e ateísmo do Partido Comunista Brasileiro, além de sua total submissão a Moscou. A análise da sociedade pelos fundadores e primeiros líderes, como Aldo Arantes e Vinicius Caldeira Brandt, era baseada na obra de Jacques Maritain e principalmente Teilhard de Chardin. Mas o que não se conhecia naquela época era a totalidade da obra deste último e o compromisso com umaweltanshauung materialista, embora travestida de religiosa (para uma excelente compreensão de Teilhard, lerTeilhardism and the New Religion, de Wolfgang Smith).

Embora não sendo católico eu recusava o comunismo soviético e encontrei no “Documento Base” da AP um vigoroso socialismo humanista. Fui dos primeiros a aderir, já em 63 mesmo, saindo na Juventude Trabalhista, onde atuei desde a ‘Campanha da Legalidade’ em 1961, que era apenas oportunismo brizolista. A AP cumpriu seu papel empolgando a juventude estudantil a ponto de rapidamente conquistar a UNE (Aldo e Vinícius já a tinham presidido e Serra foi eleito em 63) e a UBES, além da maioria das UEE’s. Na medida em que eu crescia dentro da hierarquia eu começava a desconfiar que estivesse comprando gato por lebre, até que como Vice-Presidente da UNE (1965) tomei conhecimento de que aquele “Documento Base” não passava de um engodo que escondia outro documento, baseado nas teorias de Mao Zedong, Vo Nguyen Giap, Ho Chi Min, Che Guevara entre outros menos votados. Pois a adesão à luta armada já estava prevista desde o início! A mentira e o ódio travestidos de bondade em relação aos pobres e “excluídos” são as tônicas da mentalidade revolucionária.

Abandonado o ativismo, veio a pior parte: o rompimento com o marxismo! Dediquei-me à minha vida profissional e familiar, mas continuava internamente marxista. Na próxima pergunta responderei sobre o delírio de interpretação revolucionário, mas já adianto que é uma perturbação terrível e de difícil cura. Só conheço os depoimentos claros e sinceros de três pessoas, além de mim mesmo: o Olavo, que vocês já conhecem, Whittaker Chambers (leiam Witness) e David Horowitz (leiam The Politics of Bad Faith). É preciso esclarecer aos mais jovens, que a “terrível ditadura militar” jamais se preocupou com a cultura, um erro gravíssimo que permitiu a entrada dos comunistas por este rombo imenso. Nas livrarias era fácil encontrar literatura comunista, mas nada de liberais e conservadores, até a nomeação de José Carlos de Azevedo para reitor da UnB, cuja Editora passou a editar livros de Hayek, Von Mises, Tocqueville, Stuart Mill, Berlin, Aron, que foram de grande utilidade para rever minha cosmovisão. Foi muito importante também a totalidade da obra de Karl Popper, começando pelo A Sociedade Aberta e seus Inimigos.

Porém, o mais importante foi sem dúvida uma introspecção moral que incluiu muita angústia e culpa. Neste sentido, minha análise pessoal foi extremamente importante. Também tive a sorte de iniciar minha vida profissional durante o governo Médici que, além do pleno emprego já reconhecido até por Lula, trouxe grandes progressos para o país. Percebi que aquela oposição tenaz aos governos militares era exatamente o oposto do que se dizia: ao invés de representar um movimento contra o progresso histórico, eles estavam levando o Brasil para frente.

Este segundo rompimento ocorreu de forma lenta e gradual. O conhecimento com o Olavo – iniciando-se pelo livro O Imbecil Coletivo que em alguns pontos parecia se dirigir a mim – abriu-me novas perspectivas e posso dizer que o rompimento final se deu a partir de então. As certezas fáceis da interpretação da estrutura da realidade através da dialética hegeliano-marxista foram substituídas pela perplexidade. Meu ateísmo materialista ruiu de vez.

3- O professor Olavo de Carvalho descreve a mentalidade revolucionária como uma variante do delírio de interpretação, de Paul Sérieux e o compara com uma doença psicológica transmissível. Com sua experiência na área da psicologia prática, como vê essa questão?

Como médico, prefiro usar os termos médicos precisos: doença transmissível é aquela que se transmite por um agente externo identificável. Portanto só as doenças infecciosas são realmente transmissíveis. Além disto, as perturbações mentais não são propriamente doenças. Esta denominação de ”doença” deriva do fato que a psiquiatria derivou da medicina, quando o mais certo seria dizer que os profissionais da área psi são herdeiros dos xamãs e exorcistas. Como conseqüência de que os delírios e alucinações, e outros transtornos mentais, são equivalentes às doenças físicas, desde que eu estou metido nisto há mais de 40 anos os laboratórios inventaram, e os psiquiatras acreditaram, aproximadamente uns 20 remédios mágicos para a cura definitiva da esquizofrenia, por exemplo. Todos duraram pouco mais de meia dúzia de anos e foram substituídos, algumas vezes com enormes prejuízos como, por exemplo, o Prozac. Este medicamente, inicialmente uma maravilha curativa, tornou-se um dos causadores de ondas de suicídio pela desilusão que causaram. Isto não significa que ser médico não seja importante para o profissional clínico da área, pois só a formação médica desperta o desejo de curar e a empatia com o sofrimento alheio.

Depois desta digressão, vamos lá. A interpretação delirante da realidade faz parte inevitável de nosso arcabouço mental normal e não é nem má, nem boa, depende do grau e da forma em como se manifesta. O ciúme do ser amado, fenômeno que ocorre com todos nós, inclui sempre certo grau de interpretação delirante que leva a desconfianças que podem ser infundadas. Quando você entra num quarto totalmente escuro é normal sentir medo. De quê? Ora, se não enxergo não há o que temer! Ocorre que a mente não tolera o desconhecido e logo começa a imaginar e geralmente a imaginação corre para o lado do horrível e ameaçador, pois é baseada em fantasias inconscientes mantidas reprimidas, mas que, frente ao desconhecido vêem à tona. Pode-se dizer que o desconhecido nos transporta para o início das nossas vidas, onde tudo era desconhecido realmente e, por isto, horripilante e amedontrador. Logo após o nascimento o ser humano tem que se deparar com sentimentos de desabrigo, fome, frio, necessidade de proteção, etc. A primeira respiração fora do útero – o berreiro – é extremamente dolorosa pela expansão súbita dos pulmões. Ocorre que o recém nascido não faz a mínima idéia do que se passa e, portanto, a sensação é de morte iminente, o que pode ou não ocorrer dependendo se for cuidado ou abandonado. Esta sensação persiste no inconsciente e se manifesta frente a qualquer situação desconhecida que se apresente na vida, sendo a base de todas as paranóias.

O delírio de interpretação no caso da mentalidade revolucionária é uma evolução patologicamente exacerbada de extrema gravidade e de difícil tratamento, pois ela cria o que os psicanalistas da escola inglesa denominam ”organização patológica da personalidade”. Frequentemente ela permanece enclausurada num núcleo psicótico que permite que a pessoa leve uma vida aparentemente normal nos demais aspectos, sendo reativada apenas quando se toca no motivo do delírio. Aí dizemos que a organização patológica é principalmente defensiva: frente a aspectos da realidade que não suporta conhecer, o sujeito reage imediatamente. Observem bem que existem pessoas com as quais você está falando sobre futebol, moda o quê seja e as coisas vão muito bem. Até que o assunto passa a ser político ou ideológico: a cara do sujeito muda, assume um ar de seriedade hostil, não encara mais o outro como se olhasse alucinatoriamente para uma terceira pessoa e passa a dar lições, dizendo que você não entende nada do assunto. É como um estado pós-hipnótico: ouvidas certas palavras o sujeito entra em transe e cumpre com as ordens do “Mestre”, já devidamente internalizado. É neste sentido que entendo a transmissibilidade: a ideologia revolucionária inclui destruir para depois construir. Destruir é já, construir quando for possível, geralmente fica para as calendas! O que atrai é exatamente esta promessa de destruição mobilizando um impulso que existe, em maior ou menor grau, dentro de todos nós, por isto é fácil ocorrer a transmissão que, em certos momentos da história, evidencia uma epidemia.

Um caso muito mais grave é quando esta organização patológica atinge toda a personalidade, englobando-a, formando assim uma patologia de caráter, eliminando todos os resquícios morais, sentimentos de culpa ou remorso, compaixão, amor, etc. Por exemplo: a pessoa “amada” torna-se apenas um objeto de prazer a ser oferecido aos companheiros.  O indivíduo passa a ser, ele próprio, uma máquina sem sentimentos. Tudo de que é capaz é de idealizar um chefe, um mestre, um führer.

4- Você tem planos de escrever algum livro especificamente sobre o islamismo, ao molde da série de artigos “subsídios para entender o Islã”?

Sim, como também outro sobre o “suicídio americano”. Mas, além da preguiça, há outro problema: quem vai editar? Há ainda um terceiro fator no livro sobre o Islam: medo! Estes fanáticos são extremamente perigosos, ser alvo de uma fatwa não é difícil.

Quanto mais eu leio o Corão e outros documentos islâmicos, mais me parece que o Islam não é uma religião, mas uma ideologia totalitária que, tal como o marxismo, pretende abolir todas as religiões substituindo-as pela submissão – aliás, este o significado da palavra árabe islam – completa e total submissão ao falso testemunho de um epiléptico paranóico dado a alucinações e delírios.

Uma única questão, só para exemplificar minhas dúvidas: como pode uma “religião do Livro”, que se diz respeitadora da Bíblia, negar um dos principais atributos dado por Deus aos homens, o livre arbítrio, base rudimentar bíblica de onde nasceu a noção atual de liberdade individual? (1)

5 – Como a ameaça do islamismo se dá no Brasil hoje? Há estudos seus aprofundados sobre o assunto sendo feitos no país?

De três maneiras, principalmente:

1- a invasão, digamos “oficial” de muçulmanos falsamente “moderados” que já contam com um número expressivo de adeptos principalmente em São Paulo.

2- pela incursão secreta de terroristas através da Tríplice Fronteira contando com o apoio financeiro e logístico da população árabe já instalada. Diferentemente do resto do Brasil onde a imigração árabe se deu predominantemente por parte de libaneses católicos ou maronitas, que convivem muito bem com as diferenças culturais e de credo, lá a imigração é preponderantemente de muçulmanos, muitos “palestinos” com passaportes falsificados de países árabes, ou do Irã.

3- pela invasão semi-aberta dos países do Foro de São Paulo, principalmente a Venezuela que já possui tratados militares com o Irã. Recentemente o MERCOSUL reconheceu a “palestina” como Estado Independente e o retorno de Israel às fronteiras de 1967, sugestão original de Obama que se tornou “palavra de ordem” anti-sionista.

Falei acima de falsamente moderados porque basta ler o Corão e alguns Haddithim para verificar que isto é impossível. Estes são apenas a ponta de lança da ofensiva, trazendo uma mensagem falsa de paz e, quando crescem suficientemente em número, entra o grosso da tropa (2). É a mesma coisa que acreditar que existe uma centro-esquerda moderada – social-democratas, por exemplo: seus objetivos são os mesmos, só varia a velocidade, como disse Chávez quando Lula foi criticado num Fórum Social Mundial em Porto Alegre: enquanto eu dirijo uma Ferrari, Lula só pode, por conveniência, dirigir um Fusca!

6 – Precisaremos colher informações na grande mídia e também tratar com desinformação e manipulações de toda espécie. Como especialista, você consegue identificar técnicas de psicologia sendo aplicadas pela mídia de massa para a modelagem comportamental e para a aceitação de um ideário útil aos grupos globalistas? Quais seriam estas técnicas, e o que deveríamos saber sobre elas?

Eu começara a escrever um artigo sobre a mídia, especificamente as Organizações Globo e a modificação do senso comum. Então sairão primeiro aqui as linhas gerais.

Recomendo um estudo aprofundado de Gramsci para entender o papel revolucionário da mídia. Sua participação é principalmente no sentido de atingir o “senso comum modificado”. Como já escrevi: “Até então, a conquista da hegemonia – entendida como aceitação e concordância das massas com o comunismo – era resultado da conquista do poder do aparelho político do Estado pelo “partido de vanguarda” e, depois disto, a imposição pela força da ideologia totalitária. Gramsci, percebendo a inutilidade deste esforço na URSS, onde a repressão era constante e tendia a se eternizar, inverteu a fórmula: é necessário conquistar a hegemonia antes da tomada do poder que, neste caso, viria a ser “indolor”, pois as massas já estariam pensando e agindo dentro das amarras comunistas do pensamento e a conquista do poder seria quase rotineira. Só então o poder político eliminaria todas as resistências “burguesas” com o pleno apoio das massas, previamente convencidas de que o governo é o seu legítimo representante. A importância dos intelectuais nesta tarefa de doutrinação das massas é fundamental. O foco de “classe” muda completamente dos proletários para os “intelectuais”, a nova “vanguarda revolucionária”. Não se trata de uma “revolução proletária”, mas sim de uma revolução dos intelectuais com os proletários a reboque. Gramsci simplesmente assume o que a revolução comunista sempre foi: uma revolução de elite travestida de popular”. Citei Olavo, com algumas alterações: “O conceito de intelectual, no entanto, sofre uma ampliação semântica: passa a ser a totalidade dos indivíduos, com qualquer nível de instrução que possam atuar na propaganda ideológica. Publicitários, jogadores de qualquer esporte, professores de qualquer grau, contadores, funcionários públicos graduados ou de estatais, profissionais da imprensa, do show business, sambistas, roqueiros. É impressionante a empáfia com que estes falam, ou melhor, pontificam sobre qualquer assunto e é incrível como a população dá tanta importância a eles permitindo que possam agir como agentes transformadores da consciência e do senso comum, popularmente conhecidos como ‘formadores de opinião’”.

A modificação do senso comum e o controle das consciências são assegurados pelo domínio sobre os órgãos educacionais e de informação. O objetivo é o controle do pensamento na própria fonte, na mente que absorve e processa as informações e a melhor forma de controlá-lo é modelar palavras e frases da maneira que sirvam aos propósitos hegemônicos. O controle da mente Ocidental, além do uso desonesto da linguagem e das informações, é feito também através da desmoralização proposital do Ocidente por ataques corrosivos contra as instituições, promovendo ativamente o uso de drogas, o agnosticismo, o relativismo moral e cognitivo, a permissividade e o estímulo às transgressões (palavra mágica altamente sedutora, principalmente para os jovens) e ataques concentrados à família tradicional, promovendo o aborto, as famílias “não-tradicionais” e as “novas sexualidades”. Analisando a programação da TV Globo há muito tempo, citarei dois exemplos apenas para não ficar muito grande, pois a lista é infinita porque a tendência aos ‘avanços da modernidade’ significa a maior exposição possível de aberrações:

Há anos a mais pérfida, deletéria e cruel atuação contra nossas crianças vêm da apresentadora Xuxa, com seus programas, filmes e rede de lojas para transformar as meninas em “putinhas” (no dizer do saudoso Sandro Guidalli, que infelizmente abandonou o jornalismo) e os meninos em andróginos. Xuxa, ela mesma com um grande sex appeal, mas para ter uma filha arranjou a doação de um mercenário – projeta suas frustrações nos “baixinhos”, como ela chama as crianças, note: sem distinção de sexo. Meninas de tenra idade são estimuladas a usar micro-saias com calcinhas à vista, pintar os lábios e os olhos e usar sapatos de saltos altos ou do estilo plataforma. Todos sabem que as meninas adoram imitar as mães, mas no senso comum tradicional elas são desestimuladas de fazê-lo antes da idade apropriada, que chegará da adolescência. No senso comum modificado elas são estimuladas desde idades inapropriadas para servirem de objetos sexuais a quem, já que os meninos custam mais a desenvolver seus apetites sexuais (3) e são estimulados à androginia? A resposta óbvia é: aos pedófilos! Sem dúvida assistiremos em breve leis que legalizam e protegem esta aberração, até mesmo uma PEC. Talvez até mesmo criando outra espécie de criminosos: os pedofilofóbicos seguindo a linha da “homofobia” da PEC 122.

Deixando de lado, por óbvio, o Big Brother, uma rápida análise das novelas revela que todas possuem ingredientes escolhidos a dedo para modificar o senso comum tradicional:

A – um(a) homossexual que é sempre uma figura cheia de bondade, extremamente compreensivo e confiável.

B – uma prostituta boazinha – no caso da atualmente em cartaz, até com poderes paranormais.

C – apelo sistemático a crenças pagãs e à paranormalidade, geralmente praticadas por pessoas muito compreensivas que respeitam a opinião dos descrentes. Por contraste, os praticantes das religiões tradicionais são apresentados como arrogantes e intolerantes. Geralmente são defensores da tradição, subliminarmente implantando a idéia de que tradição e maldade andam de mãos juntas e não passam de hipocrisia.

D – ricos maldosos e que menosprezam os pobres. Geralmente professam religiões tradicionais.

E – pobres bondosos, honestos e trabalhadores esforçados que acabam “dando a volta por cima”. Geralmente professam alguma fé mística ou no máximo sincrética.

F – sempre há alguma situação sobre aborto, jamais defendido, sempre se opondo, porém, e aí está a mensagem subliminar, apresentando situações limite nas quais as mulheres poderiam optar por realizá-lo.

G – Há uma sintonia perfeita com o que a grande massa já “estaria preparada para aceitar” através das diuturnas pesquisas do IBOPE. O beijo homossexual foi objeto de várias novelas: ameaçavam apresentar para poder colher nas pesquisas como seria recebido. O aborto, rejeitado por mais de 80% da população, não é defendido abertamente por esta razão. Mas esperam ainda “amadurecer” as massas e aí virão com toda força.

As novelas servem para passar subliminarmente o que consta explicitamente nas cartilhas do MEC, na PL 122 e mensagens subliminares são muito mais eficientes no longo prazo. Em grande coordenação com as ações governamentais concretas sua eficiência aumenta. O próprio governo se utiliza deste procedimento, do qual recebe relatórios diários, para avaliar suas ações imediatas.

O ignóbil Estatuto da Diversidade Sexual ou PL 122 (leiam aqui:http://www.oab.org.br/arquivos/pdf/Geral/ESTATUTO_DA_DIVERSIDADE_SEXUAL.pdf) que será apresentado em forma de Projeto de Emenda Constitucional pela OAB através da Marta Suplício é a forma acabada de fait accompli gerado por anos a fio de sugestões subliminares.

7 – O que tem a dizer sobre a previsão de William Lind, que fala da possibilidade de ocorrer, em algumas décadas, uma crise brutal da legitimidade do Estado, e que a Guerra de 4ª Geração e a Netwar tornem-se coisas presentes no cotidiano das pessoas em todo o mundo?

Sem dúvida! Fui dos primeiros a traduzir para o português vários artigos do Lind, cujo pensamento é ainda mais vasto e profundo.

É preciso, entretanto, distinguir os três fenômenos:

1 – A crise brutal da legitimidade do Estado já está em franco andamento e implantação. Foi tentada no entre guerras pelo plano de “paz universal” de Woodrow Wilson, pelos Fabianos e social-democratas através principalmente da Liga das Nações. Não deu certo porque os povos ainda não estavam “maduros” e resistiam à perda da nacionalidade, o que resultou no fascismo nacionalista italiano, no abandono por parte de Stalin da idéia leninista de internacionalismo proletário, na forte resistência nacionalista alemã e a eleição de Hitler, e no forte nacional-militarismo japonês. Até mesmo fenômenos como o getulismo, o peronismo e demais movimentos nacionalistas do chamado Terceiro Mundo. Com a criação da ONU e o horror às guerras, a globalização recrudesceu de forma avassaladora. A ONU, dirigida por pessoas que não foram eleitas por ninguém, já se intromete na vida dos países e até dos cidadãos na intimidade de seu lar, seja através das redes de TV, seja por imposição de hábitos alimentares ou uso de energia, até as medicações que podem ser usadas. Tome-se, em menor escala, o exemplo da União Européia: o Parlamento Europeu não tem poder nenhum, quem manda são umas duas dezenas de sujeitos auto-nomeados. A imposição do Euro está destroçando as economias européias, a Grécia é apenas o primeiro sinal, seguindo-se de Itália, Portugal, Espanha e Irlanda. Na minha opinião, o euro é uma ficção que tende a desmoronar. A Alemanha – o Quarto Reich, agora econômico? – sozinha não terá como segurar para não afundar junto. Quando eu escrevia esta resposta ocorreu a renúncia de Berlusconi e sua substituição pelo tecnocrata nomeado pela UE, Mario Monti, um político sem votos e sem correligionários que executará diligentemente as receitas econômicas prescritas pela UE. Antes, já haviam forçado a saída de Papandreu na Grécia(4).

2 – A guerra da 4ª geração: em primeiro lugar, é uma mudança de foco da frente para a retaguarda do inimigo para acabar com ele de dentro para fora. O exército adversário não é o alvo, mas dentro do seu território os alvos são suas tradições culturais e os ataques aos civis. Como um ideal, o exército inimigo passa a ser irrelevante. A natureza da guerra moderna confronta a tradição do serviço militar com um dilema. Os terroristas resolvem esse dilema simplesmente eliminando a cultura da ordem. Terroristas não usam uniformes, fileiras, saudações nem a hierarquia. Potencialmente eles desenvolveram ou podem desenvolver uma cultura militar que é condizente com a natureza desordenada da guerra moderna. O fato de sua cultura ser não-ocidental pode facilitar esse desenvolvimento. Até os meios bélicos são mais baratos e eficazes: enquanto os Estados Unidos gastam US$ 500 milhões para construir um bombardeiro com tecnologia stealth (com pequena assinatura de radar), um bombardeiro stealth terrorista é um carro com uma bomba no porta-malas – um carro como qualquer outro, isto é não tem uma “assinatura” de equipamento de guerra e passa despercebido. O que teremos se combinarmos o terrorismo com a nova tecnologia? Por exemplo, que efeito teria o terrorista se em seu carro bomba ele levasse um artefato nuclear de baixa potência, ou agentes biológicos, ou um produto da engenharia genética ou de nanotecnologia, ao invés de explosivos? Embora a guerra de 4ª geração não seja o terrorismo, ela combina o terrorismo com a alta tecnologia.

O segundo guia para entender a quarta geração é o modo como o atacante procura usar a força inimiga contra si mesma. Esse conceito de guerra como uma luta de judô começa a se manifestar na segunda geração, na campanha e nas batalhas de envolvimento e cerco. Foi largamente usada na guerra de terceira geração e, com a disseminação irrestrita das idéias revolucionárias comunistas: um comunista jamais lutará por sua pátria, mas pelo comunismo. Idem um muçulmano após a disseminação do Islam. Podemos simplificar dizendo que a guerra de 4ª geração inclui uma base de operações não-nacional ou transnacional, como uma ideologia ou uma religião, ataques diretos às tradições culturais do inimigo e a guerra psicológica sofisticada.

3 – NETWAR: esta denominação, derivada de network (rede ou malhas, usada principalmente em relação aos meios de comunicação) foi inventada por John Arquilla e David Ronfeldt (5) em 1993 e foi descrita como possuindo duas faces: uma extremamente violenta e negativa dominada por terroristas e criminosos, e outra executada por ativistas sociais que podem ou não ser militantes. Esta segunda face geralmente é pacífica e se mostra promissora para a sociedade. Entre elas existe uma malha geralmente secreta de comunicações e coordenação que não é percebida pelo público alvo. É uma nova forma de conflito e crime que envolve medidas de guerra não convencionais na qual os protagonistas usam organizações em rede derivadas da era da informação. Estes protagonistas estão dispersos em pequenos grupos e conduzem suas ações coordenadamente, sem um centro de comando preciso e, portanto, impossível de ser atacado. As antigas organizações criminosas (como a Máfia Siciliana) e revolucionárias (como a III Internacional) eram baseadas em hierarquias rígidas com comando centralizado – seja o capo de tutti i capi, seja o Politburo do PC. O narcotráfico e as organizações terroristas do Oriente Médio inovaram, criando amplas redes de comunicação.

Note-se, por exemplo, que as FARC mantêm um misto de hierarquia e rede, mas como imperam as redes, os golpes na hierarquia como a recente morte de Cano, ou mesmo a de Reyes, não interfere em quase nada no narcotráfico. Até as favelas cariocas já funcionam assim: a captura no dia 10 de novembro do traficante Nem não deixará o “mercado” desabastecido.

8 – O que o senhor destacaria no debate entre Olavo de Carvalho e Aleksandr Dugin? Estaria Dugin colhendo informações? Estaria Dugin falando em “guerra contra o Ocidente” apenas para camuflar uma estratégia cultural e/ou de infiltração em instituições como os órgãos chamados “multilaterais”, e nos mais representativos setores e instituições dos outros dois eixos globalistas (Consórcio e Islam)?

Primeiro, devo esclarecer que meus conhecimentos filosóficos são limitados, dedico-me mais à política internacional, à Constituição Americana e suas causas e conseqüências, e à história, particularmente da Inglaterra, a Idade Média e os anos entre as duas guerras mundiais. Segundo, não acompanhei o debate no seu todo porque em minha primeira opinião, Dugin é um sujeito delirante e não tenho a paciência do Olavo para discutir com um cara assim. O que eu destaco é a participação do Olavo, a do Dugin só li parte da primeira intervenção e fui buscar seu nome no Google: as referências que encontrei lá só confirmaram minha primeira impressão: é um charlatão pretensioso e narcísico. Para saber mais do debate fui ao excelente blog informativo http://debateolavodugin.blogspot.com/.

Não concordo com Ricardo Almeida quando diz: “para não abrirmos indefinidamente o abismo entre eles, é preciso lembrar, pelo menos, um ponto de contato. Este ponto consiste na presença marcante da escola tradicionalista como influência intelectual para ambos… Do mesmo modo, Dugin absorve a influência de Guénon, mas a cruza com a de autores diversos como Ernst Junger, Novalis, e Karl Marx, por exemplo, em síntese fértil”. Na apresentação de Duguin, Giulano Morais cita Limonov a respeito de Dugin: “Ele é um homem paradoxal que pode sustentar dez pontos de vista ou mais ao mesmo tempo e isso, ao contrário do que pareceria à primeira vista, trata-se de um elogio de Limonov à habilidade de Dugin de conciliar de forma aparentemente impossível tendências das mais diversas origens num sistema lógico e dialético completamente diverso e muitas vezes incompreensível para quem se limita aos aspectos mais externos de sua obra”.

Admito que meu pensamento não vá às profundidades do de Olavo, nem meu conhecimento seja tão amplo e erudito como o dos dois. Mas não creio que Dugin seja fértil, nem que consiga “conciliar de forma aparentemente impossível tendências das mais diversas origens num sistema lógico e dialético completamente diverso”, porém, constrói uma salada mista incompreensível. Talvez eu me “limite aos aspectos mais externos de sua obra”. Já me encontrei com autores assim na psicanálise e concluí que é perda de tempo tentar aprofundar o entendimento.

Para completar a resposta, não creio que Dugin estivesse buscando informações, pessoas deste tipo não o fazem, por se considerarem oniscientes. Por último, existem três eixos globalistas: o anglo-americano e atlanticista (Tavistock, Trilateral, CFR, Bilderberg, as principais Fundações e suas ONGs), o Eurasiano e o Islâmico. Todos estão unidos contra as noções ocidentais de moralidade, religião, liberdade de pensamento, orule of law e, menos importante, a democracia como sistema eleitoral, e a substituição por um grupo ’seleto’ não elegível nem responsável perante ninguém a não ser a si mesmos.

9 – Seu livro O Eixo do Mal Latino Americano é uma grande pesquisa e leitura indispensável para o nosso grupo. O que você recomenda como método de pesquisa e critério de credibilidade em termos de fontes de informação?

Lamento, mas não tenho método de investigação nenhum, sou tão somente um ávido leitor de tudo que me passa pela frente e daí vou tirando minhas conclusões. Só sou metódico quando estou preparando um artigo de fundo. Aí, pesquiso durante algum tempo tudo que posso referente ao tema. Em minha opinião, lendo muito sobre tudo, vai-se desenvolvendo uma espécie de seleção inconsciente do que tem ou não credibilidade. No entanto, há um método do qual tenho me valido muito: se um livro ou artigo me desperta atenção vou ao índice de referências e compro ou procuro na internet aquelas fontes que valeram ao autor.

10 – Como funcionavam as pesquisas no Centro de Estudos Ibn Khaldun, do qual fez parte junto com o professor Olavo de Carvalho?

Infelizmente foram apenas duas reuniões. Como nós “defendemos os ricos e poderosos, e não os pobres e oprimidos”, faltou verba já para a terceira reunião. Os debatedores foram convidados pelo Olavo e as reuniões duravam um dia inteiro e as discussões eram tanto quanto possível, informais. Os temas eram escolhidos pelo Olavo ou sugeridos por qualquer um de nós. Foi decidido que uma maior sistematização iria se desenvolvendo. Os textos eram distribuídos previamente e um de nós escolhido para apresentar uma síntese. Na primeira, em São Paulo, discutimos uma síntese do livro de Carroll Quigley Tragedy and Hope e o New Lies for Old de Anatoliy Golitsyn. Na segunda, o segundo livro de Golitsyn The Perestroika Deception e de Suzanne Labin Em Cima da Hora, com introdução de Carlos Lacerda.

11- Como você analisa os recentes ataques ao professor Olavo de Carvalho nos EUA e na mídia brasileira simultaneamente e ainda a perseguição a Julio Severo por parte dos movimentos gays? É possível estabelecer uma estrutura única e integrada por trás destes acontecimentos?

Não tenho provas, mas acredito que sim. Embora a perseguição ao Julio seja muito antiga, agora a bola da vez é a psicóloga Rozângela Alves Justino, que ousou dizer que curava homossexuais (6), suprema arrogância! Como falei sobre a existência de redes que se intercomunicam na resposta acima (7-3), não é difícil imaginar uma tão grande coincidência. Notem que o Olavo é editor-chefe do Mídia Sem Máscara, o Julio é um dos principais colaboradores. As redes de ONGs comunistas, que incluem a social-democracia tucana (quem abriu caminho para elas), as do movimento gay, as de direitos humanos, as do movimento negro, e várias outras, sempre atuam coordenadamente. Eu não me espantaria se houvesse coordenação com a “primavera” árabe e os movimentos “ocupem” Wall Street. Como dizia uma das faixas na manifestação: “Ocupem tudo!”.

O Olavo já é alvo de ataques inclusive à sua honra a de seus familiares há muitos anos. Certamente vocês leram o Imbecil Coletivo I. Neste livro de estréia no estilo crônicas, ele mexeu com os brios das mais sacrossantas figuras da “intelectualidade” brasileira e, como eles são um coletivo mesmo e o Olavo era o “time do eu sozinho”, só podia dar no que deu! Por outro lado, pessoas que nem o conheciam se aproximaram a ele, pois reconheciam a verdade do que ele falava.
Um amigo e colega psicanalista escreveu há muitos anos no Globo, onde ele tinha uma coluna semanal “op-ed”, um artigo dizendo que homossexualidade tem cura, se referindo a várias pessoas e mães aflitas com a possibilidade de serem homossexuais. Foi o último artigo dele lá, recebeu várias ameaças de morte contra ele e sua família. O meu comentário e de outros sequer foi publicado na carta dos leitores. Mas as críticas saíram às dezenas. Ele enfrentou uma enorme hostilidade mesmo dentro das sociedades psicanalíticas. Não foi em frente porque perdeu a coluna e ainda não existiam emails e blogs.

Agora, imaginem um “chato”, como o Julio, que vai em frente!

12 – Que tipo de leituras você recomenda para estar bem informado sobre o avanço do globalismo na América Latina hoje? O que é mais confiável no que diz respeito a fontes de informação?

A principal fonte é o blog Notalatina da nossa Graça Salgueiro. No Brasil é praticamente a única fonte confiável. Na Colômbia o programa de Fernando Londoño, La Hora de La Verdad e os artigos e livros do Cel Villamarin Pulido (sempre os publico, traduzidos pela Graça, e tenho até uma seção do meu site mas os livros podem ser adquiridos através do site do próprio www.luisvillamarin.com). Na Venezuela temos as publicações de UNOAMÉRICA e do Alejandro Esclusa (artigos e livros). Do Chile, com algum cuidado, a ONG Libertad y Desarollo (http://www.lyd.com/). Os artigos de Armando Ribas para economia, liberalismo e constitucionalismo. Por contraste é bom visitar com certa regularidade o Granma (http://www.granma.cu/), faço isto freqüentemente para saber o que pensam os ‘camaradas’. É muito instrutivo e menos evasivo que a imprensa brasileira, que tenta disfarçar sua ideologia! Os melhores jornais da América Latina em termos de neutralidade são o La Nación (Buenos ires) e o El Mercúrio (Santiago). Em meu livro as fontes de referência são bem confiáveis.

Notas:

(1) – Sugiro a leitura deste artigo sobre a liberdade de pensamento: Charlie Hebdo, Free Speech, and Islam em http://www.meforum.org/3092/charlie-hebdo-free-speech-islam  e assistirem aos dois vídeos. Any African Who Refused to Become Muslim was Deported as a Slave to Muslim World:http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=P01gIbujLUw&noredirect=1 e African American slavery and Islam, the truth not told: http://www.youtube.com/watch?v=idqJ1hn76Ek. Sobre este tema recomendo ainda o livro The Legacy of Arab-Islam in Africa, de John Alenbilliah Azumah (existe na Livraria Cultura com entrega em 6 semanas por RS$ 63,40)

(2) – Vejam o que está acontecendo na Praça Tahir do Cairo: ontem (18/11) estava tomada pela Fraternidade Muçulmana que se voltou contra os militares e as eleições livres or eles proposta.

(3) – Embora o aparelho genital não esteja desenvolvido, as meninas já nascem com os ovários prontos, a produção dos óvulos está terminada aos cinco meses de gestação. Por outro lado, os meninos só começam a produzir espermatozóides na passagem da puberdade para a adolescência. Por isto há uma fase em que as meninas já sonham com seus “príncipes encantados” enquanto os meninos as acham umas chatas e preferem jogar bola a namorar. Correspondentemente os hormônios sexuais das meninas começam a atuar antes da testosterona masculina.

(4) – As pesquisas eleitorais na Espanha indicam a maciça vitória do candidato da EU, Mariano Rajoy. Não se iludam com o parente conservadorismo do Partido Popular. A verdadeira dirigente  da Espanha sera Angela Merkel.

(5 ) Networks and Netwars: the Future of Terror, Crime and Militancy(http://www.rand.org/pubs/monograph_reports/MR1382.html) e Networks, Netwar and the Fight for the Future (http://frodo.lib.uic.edu/ojsjournals/index.php/fm/article/view/889/798)

(6) – http://veja.abril.com.br/120809/homossexuais-podem-mudar-p-015.shtml

Fonte:  Mídia Sem Máscara

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