Utopia x realidade: uma discussão a partir da Utopia de More

Rodrigo Fialho

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” João 8:32

Em 1478, na cidade de Londres, Inglaterra, nasce Thomas More. Embora católico, More recebe forte influencia do humanismo renascentista e  é admirador  de Platão. Inspirado na República, escreve sua obra prima, A Utopia, uma obra literária que lança fundamentos para o totalitarismo, algo incompatível com o cristianismo. Não obstante à suas idéias utopistas, More é canonizado pela Igreja Católica. Porém sua canonização não é fruto das idéias que defende, mas de sua fidelidade à fé católica, o que lhe custa a própria vida. Na Ilha da Utopia não existe liberdade. Nela o rei decide os destinos de cada cidadão. A profissão, onde podem ou não morar, para onde podem viajar, em outras palavras, o destino de um utopiano é decidido pelo rei. Na Utopia a liberdade humana, dada por Deus é desvalorizada e dá lugar a uma sociedade perfeita onde o direito de decidir sobre a vida dos indivíduos é do “Chefe de Estado”. A promessa de uma sociedade perfeita em troca da liberdade dos indivíduos faz parte do discurso dos adeptos de regimes totalitários. O propósito deste artigo é discutir a partir da obra prima de More a discrepância existente entre a utopia e a realidade, entre o possível e o impossível.

O delírio da sociedade perfeita

Pelo menos há trezentos anos, desde o século da Revolução francesa, paira no ar uma forma de mentalidade que deseja mudar, e depois mudar mais. Na realidade, mesmo que não se admita, tal mentalidade quer sempre inverter a ordem das coisas, subverter a própria realidade. Tal mentalidade imagina ser possível a montagem de uma sociedade perfeita, seja ela virtuosa, igualitária, pura, religiosa etc., Porém, para a realização do sonho de uma sociedade maravilhosa, os que a desejam e a prometem precisam chegar ao poder para, em seguida, tentar edificá-la, é quando surge um drama. O drama da impossibilidade de edificá-la. Este drama aconteceu mais de uma vez no ultimo século e mostrou que uma sociedade perfeita é algo que deve sempre está na lista das coisas impossíveis deste mundo.

Os intelectuais mais bem informados sabem que atualmente alguns grupos conservadores estudam a possibilidade de se estabelecer uma sociedade virtuosa, baseada no cristianismo. Sociedade virtuosa seria, em síntese, uma sociedade toda montada a partir dos princípios cristãos. Tais grupos não são os primeiros a tentar – por obra de engenharia social – montar uma sociedade inteira a partir de um conjunto de princípios. No século XX assistiu-se a inúmeras tentativas de, por vias totalitárias, estabelecimento de uma sociedade, na sua totalidade, baseada num certo conjunto de princípios. Por vezes houve sucesso nesse tipo de empreitada. Sucesso que não se repetiu quando aqueles que já haviam obtido êxito em formar uma sociedade montada a partir de certos princípios tentaram repetir o feito a nível global. Este foi o caso das duas ideologias que marcaram de sangue e horror o século XX: o comunismo e o nazismo.

Sociedade Virtuosa

A sociedade descrita por Rafael Hitlodeu na obra A Utopia, de More, que descreve o cotidiano de uma ilha também chamada de Utopia é, a meu ver, uma sociedade que, em parte se assemelha à sociedade grega Antiga, mas é todinha montada a partir das virtudes cristãs. Fato este que não é de se admirar, visto que More preferiu ser punido de morte a negar a sua fé católica. Educação, trabalho, religião, exército, instituições políticas, tudo na Utopia serve para, acima de tudo, injetar virtude e extirpar os vícios da vida dos cidadãos utopianos.

Para explicar melhor o que é a virtude na obra de More, é preciso antes entender, o que para ele, distingue o homem dos demais animais. Embora a razão seja uma das faculdades humanas que, de fato, torna o homem um ser distinto e superior aos outros seres, há na obra de More, uma passagem que me chamou especial atenção. Ele escreve: “Acreditam os utopianos que depois desta vida os crimes sofrem castigo e a virtude, recompensa. Não consideram como homem o que tem opinião contrária e que degrada a natureza sublime da sua alma na vil condição de um corpo de bicho”. Esta passagem deixa claro que, o que de fato, distingue os seres humanos dos outros seres é a alma imortal que só os seres humanos possuem. Os animais, embora também sejam dotados de alma, não possuem alma imortal. Para os utopianos a vida não termina na terra, após a morte o homem, ou paga pelos crimes cometidos ou recebe a recompensa pelas virtudes heroicamente vividas. Noutra passagem More escreve que “o principal e talvez o único incitamento à virtude” é o temor a Deus. Virtude é “viver conforme a natureza” e para esse tipo de vida Deus destinou os seres humanos. Fica fácil inferir que um indivíduo virtuoso é aquele que leva sua vida em conformidade com o desígnio de Deus, em conformidade com a natureza.

Vamos analisar como se deu a edificação de toda uma sociedade baseada nas virtudes cristãs. Para tanto, vou me limitar a citar e analisar algumas passagens que mostram que tudo na Ilha imaginária de More serve para incutir no povo virtudes e ajudá-los a evitar os vícios.

Segundo o relato de Hitlodeu, Foi o rei Utopos quem civilizou a Utopia. Quando o rei chegou à Ilha, esta tinha o nome de Abraxá e nela habitava um povo ignorante e selvagem. Utopos teria dado a este mesmo povo, uma civilidade perfeita, que em diversos aspectos ultrapassa a de muitos outros povos.

Aos nossos olhos, certamente o comportamento dos cidadãos da Utopia não parece ser algo normal, eles chegam a ser tão éticos que o leitor mais chegado à ficção pode ter a impressão de estar lendo a descrição do Paraíso, de como se comportam as almas no Céu. Na Utopia não existe trabalho assalariado, nem direito à propriedade privada. Os utopianos, homens e mulheres desde cedo aprendem a lhe dar com a terra e é da agricultura que vive a extrema maioria dos cidadãos. Poucos são os que são selecionados para se dedicarem apenas aos estudos e a seleção destes dependem de sua inclinação natural para os estudos e não da sua vontade. Poucos também são aqueles que são separados para se tornarem magistrados e sacerdotes. Para comer, os utopianos dependem do trabalho de todos os cidadãos, o fruto do trabalho é levado a uma espécie de mercado, onde trabalham pessoas que dividem somente o necessário para a sobrevivência de cada família, o chefe da família é o responsável por ir pegar os mantimentos que sua família tem direito, nenhum mantimento e comprado, mas doado. Nenhum chefe de família tem o direito de levar mais do que o necessário.

Na Utopia estudar é coisa para poucos. Apenas aqueles que, desde a infância são naturalmente inclinados para os estudos são dispensados dos trabalhos braçais para dedicarem-se ao exercício do espírito, algo considerado nobre para o utopianos. Também a educação, o estudo das ciências e das letras tem o intuito de despertar o zelo pela virtude e, digamos, pelo bom senso. Por isso, os utopianos se abstêm da busca desenfreada pelo dinheiro, visto que este não é algo dado pela natureza e, portanto, desejado por Deus, pois se o acúmulo das riquezas agradasse a Deus, Ele certamente teria criado o dinheiro e o homem poderia encontrá-lo disponível na natureza. Para eles a avareza, a prática do acumulo do dinheiro tendo o acumulo deste como fim em si mesmo é algo deplorável, visto que a avareza é um vício e, por isso, deve ser combatido.

Para preservarem a pureza, a sensibilidade e a bondade não é permitido aos utopianos, nem mesmo o abate dos animais que irão servir para alimentá-los. Para os caçadores, matar animais é um divertimento, pois que essa prática gera prazer. Na Utopia, porém, esta prática é tida como perniciosa, pois para eles, o prazer de ver a morte só surge em homens brutais, que são habituados a crueldade ou são doentes mentais. A prática da caça seria maléfica justamente por brutalizar os corações e visto que para os utopianos a sensibilidade humana não deve ser diminuída, é preferível proibir aos seus cidadãos a prática do magarefe.

Casamento na utopia também é sinônimo de compromisso e indissolubilidade, só a morte pode separar aquilo que Deus uniu. Repudiar o cônjuge no momento em que ele mais precisa do outro é considerado um ato de crueldade extrema. Para os que rompem os laços matrimoniais por besteira a punição é um severo castigo, podendo, dependendo do caso, ser punido com pena de morte. Para eles a paz, a obediência e a virtude são o que mantém a chama do amor entre um casal acesas.

Na Utopia o crime é devidamente punido com castigos e a virtude sempre encorajada, recompensas e honrarias fazem parte da estratégia de sempre incitar os utopianos a uma vida virtuosa. Eles costumam erguer estátuas de homens notáveis que prestaram relevantes serviços à República, com a intenção de perpetuar a memória dos seus atos e para que a boa fama dos antepassados estimule os seus descendentes à prática das virtudes.

No que diz respeito à guerra, para os utopianos, nada é mais abominável. Para os cidadãos da utopia, a guerra, sempre que possível, deve ser evitada. Mas como Hitlodeu, diz na sua descrição que “a natureza humana é frágil” e More, se fiel à fé católica, deve ter tido a mesma opinião, os utopianos sabiam que nem sempre é possível evitar a guerra – talvez por isso ela tenha sido praticada desde a Antiguidade, pois a conquista do poder e território sempre foi uma obsessão da maioria dos poderosos do mundo. Porém, os utopianos vêem a glória conquistada na guerra como algo vergonhoso.

Com relação ao divertimento dos utopianos, até os jogos servem para despertar nos jovens o desejo de ser virtuoso. Sobre isso, leia o que More escreve:

“Não conhecem o jogo dos dados ou qualquer dos outros jogos de azar, tão perniciosos e loucos. Jogam, porém, dois jogos que se assemelham ao nosso jogo de xadrez. Um deles é a batalha dos números, em que um número vence o outro. O outro é o combate dos vícios e das virtudes, em jeito de batalha sobre um tabuleiro. Este jogo mostra com clareza a discórdia e a anarquia que reina entre os vícios e o seu perfeito acordo e unidade quando se opõe às virtudes. Mostra ainda os vícios que se opõem a cada uma das virtudes, como as atacam, astuciosamente e por processos indiretos, e a dureza e violência com que as enfrentam em campo aberto. Evidencia este jogo como a virtude resiste ao vício e o domina como frustra os seus intentos e finalmente como um dos dois partidos alcança a vitória”.

Podemos então dizer que a busca pela virtude é o principal objetivo dos habitantes da Utopia . Alcançá-la deve ser a principal meta dos utopianos. Tudo na utopia quer educar para a virtude os seus cidadãos. Para isso, o jogo evidencia como ocorre a batalha entre vicio e virtude e como um dos dois vence a batalha. Ora, o jogo é semelhante ao xadrez, que é uma simulação de guerra, no jogo utopiano é como se o vício fosse um exército e a virtude outro. Na vida dos utopianos só deve haver espaço para a virtude, ao vício cabe sempre perder o jogo, do contrário a perfeição da república fica comprometida. A perfeição da organização da Utopia depende de os cidadãos considerarem a virtude uma meta essencial de vida, caso contrário, a desordem ganharia espaço na Ilha.

A Utopia e a mentalidade revolucionária

Montar uma sociedade a partir de certos princípios, mesmo que princípios religiosos como no caso da Utopia é algo perigoso. Hitlodeu, em poucas palavras relata que o rei Utopos para civilizar a utopia, teve que antes conquistar o poder. Utopos não se apoderou da Utopia de maneira pacífica, nem teve o cuidado de, por meio de plebiscito, por exemplo, consultar o povo da Utopia para saber se eles desejavam ou não as mudanças introduzidas pelo rei. O estilo de vida virtuosa implantado por Utopos foi simplesmente imposto. Se Utopos houvesse invadido e civilizado a utopia da maneira que fez, nos dias atuais, ele seria considerado um ditador, e no mínimo, sua atitude seria considerada etnocêntrica. Na utopia não existia liberdade, pelo menos no sentido moderno da palavra. Os cidadãos utopianos não podiam, nem mesmo se os mantimentos que os chefes de família pegavam no mercado eram mesmo o necessário para o sustento e bem-estar da sua família. Quem tem o direito de decidir sobre o necessário para uma pessoa? Pode alguém, alem de eu mesmo decidir o que é necessário para mim? Ter somente o necessário para viver não era uma opção para utopianos, era uma imposição. E a singularidade de cada um, onde fica? Na Utopia, homens e mulheres não tinham nem mesmo o direito de decidir a profissão que prefere exercer, eles não tinham muitas opções. Para utopos, tudo tinha que ser virtuoso e nada vicioso. E para fazer uma comparação com o que, na “Ortodoxia”, Chesterton narra sobre o otimista e o pessimista, dizer que tudo é virtude e nada pode ser vício, é como dizer que “tudo é direito e nada é esquerdo”, é em outras palavras, não admitir que em alguns momentos da vida, o homem tem o direito de errar tanto involuntariamente como voluntariamente. E se os utopianos gostassem de caçar e nem por isso, perdessem sua humanidade e sensibilidade? Até que ponto, viver numa sociedade perfeita, maravilhosa, virtuosa, vale o preço de não poder ser livre, de não poder escolher o vício ao invés da virtude, de caçar ao invés de trabalhar no campo, de estudar, mesmo quando não se tem uma inclinação natural para os estudos?

Na utopia, aparentemente, todos gozam de uma vida tão perfeita, que é natural que, durante a leitura, desperte no leitor o desejo de viver numa sociedade virtuosa ou de algum outro modo maravilhosa, pacifica, humanista, religiosa, igualitária etc. Porém, na vida real, a história mostra que, sempre que se ouviu a promessa de uma sociedade prefeita, o que, em seguida, se viu foi uma catástrofe. A tentativa de implantação de uma sociedade considerada perfeita por um grupo que defende uma ideologia sempre terminou em genocídio. Foram os casos do nazismo que entre as décadas de 1930 e 1940 disseminaram o horror na Alemanha, perseguindo Judeus e outros grupos étnicos, como os ciganos, cristãos, gays etc. e foi também o caso do comunismo que no século XX somadas todas as revoluções e tentativas de revolução (Revolução russa, chinesa, cubana, vietnamita, venezuelana, bolivariana etc.) provocaram a morte de mais de cem milhões de pessoas.

O processo de tentativa de implantação de uma sociedade maravilhosa acontece da seguinte forma: Primeiro o grupo que defende uma ideologia, por exemplo, o comunismo, projeta, através de publicações, discursos, meios de comunicação etc., no imaginário da população a representação de uma sociedade justa, igualitária, onde a justiça é premiada e a injustiça é proibida e punida severamente. Em seguida, com a promessa de realizar o sonho da existência dessa sociedade, eles dizem precisar tomar o poder, da mesma forma que fez Utopos, e em seguida não sossegar enquanto a tal sociedade perfeita não for completamente construída, mesmo que para isso, haja a necessidade do derramamento do sangue de pessoas que simplesmente não concordam com o projeto da sociedade ideal. Visto que, como escreve More, a natureza humana é frágil, a realização da sociedade perfeita e sem defeitos jamais se torna realidade, a única coisa que pode, de fato, se tornar realidade com o projeto de sociedade perfeita é a tomada do poder por parte do grupo que prometeu edifica-la. Ora, a tomada do poder total implica a tomada total das riquezas de um país. É obvio que após chegar ao poder, o empobrecimento da população é o passo a ser dado para que esta população, caso se arrependa de ter colocado os revolucionários no poder, não tenha mais força para tirá-los e passe a depender por completo do governo que, através da máquina estatal trata de centralizar todos os aspectos da vida social, econômica, política, cultural etc., É exatamente essa promessa de sociedade perfeita sempre projetada para o futuro, mas que jamais pode ser realizada, servindo apenas de desculpa para que atrocidades das mais terríveis sejam cometidas, como no caso da II grande guerra e do genocídio promovido pelas revoluções comunistas, que é chamada hoje de mentalidade revolucionária. Em seu programa de rádio on-line True Outspeak, o jornalista e escritor brasileiro Olavo de Carvalho disse que “a mentalidade revolucionária foi o maior mal que já se abateu sob a espécie humana”. Ele afirma que essa mentalidade serviu apenas de desculpa para o genocídio de sem milhões de pessoas e que a mentalidade revolucionária matou mais que a soma de mortos todas as grandes guerras, pestes, pragas, epidemias juntos. Mesmo uma sociedade virtuosa, como a Utopia exigiu a tomada de poder e a imposição de um estilo de vida considerado bom que excluiu a possibilidade dos utopianos de escolher uma vida em que, por exemplo, eles mesmos pudessem decidir o que querem comer, onde querem trabalhar se irão ou não se dedicar aos estudos, se vão ou não caçar etc., Mesmo uma sociedade virtuosa exigirá a tomada do poder por parte de um grupo e exigirá que este imponha limites demais aos cidadãos. Limites que podem sufocar a possibilidade de expressão da singularidade do indivíduo e impedir que este, por exemplo, desenvolva seu potencial criativo.

Conclusão

Entre o ideal, uma sociedade como a utopia, como seria uma sociedade virtuosa e o real, a sociedade em que vivemos, cheia de crimes, contradições e mazelas há uma enorme distancia. Determinar que tudo tenha que ser de um jeito e não de outro é algo complicado quando, para isso, é necessário que todo um estilo de vida seja imposto a fina força a indivíduos. Imaginar que uma sociedade será ideal ou maravilhosa para todos não passa de um delírio. Na Utopia, que é uma sociedade ideal, todos são educados para a virtude, e a educação consegue tornar virtuosos os utopianos, mas numa sociedade real, é óbvio que a educação não logrará o mesmo êxito que na sociedade imaginada na obra de More. Não é possível manter uma sociedade inteira (falo de cem por cento dos seus cidadãos) sob o controle do estado. Nem Hitler, nem a KGB conseguiram isso. Basta observar a grande quantidade de alemães e russos, inclusive desertores que fugiram para os EUA por não concordarem com os governos de seus países e não aceitarem o tipo de vida que lhes eram imposto e, por isso mesmo, de acordo com as suas possibilidades, passaram a militar contra os governos de seus respectivos países. Foi o caso do ex-agente da KGB Yuri Berzemnov, que fugiu para os Estados Unidos e passou a ensinar para os americanos os métodos que a KGB utiliza para subverter a cultura norte-americana que é ocidental, ou seja, sustentada nas três colunas que servem de base para a civilização ocidental: o direito romano, a filosofia grega e a moral judaico-ristã, que os soviéticos tanto odeiam e, segundo Berzemnov, ainda hoje tentam destruir.

___________________________________________________________________________

Bibliografia

MORE, Thomas. A Utopia. São Paulo: Martin Claret, 2005.

CHESTERTON, Gilbert K. Ortodoxia. São Paulo: Mundo Cristão, 2008.

MÍDIA SEM MASCARA. True Outspeak. Disponível em: http://www.midiasemmascara.com

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: