Bill Gates quer vacinas para reduzir população

James Tillman | 22 Março 2010

Quando o co-fundador da Microsoft e promotor do controle populacional Bill Gates falou recentemente sobre usar vacinas para reduzir a população mundial, ele deu início a uma onda de especulação sobre sua possível insinuação de campanhas disfarçadas de esterilização. De acordo com a Fundação Gates, porém, o multimilionário de fato defende o uso de vacinas para diminuir a mortalidade infantil — algo que ele afirma que realmente diminui o crescimento da população.

Os comentários de Gates ocorreram enquanto ele estava dando um discurso numa conferência de TED (tecnologia, entretenimento e design) sobre como os seres humanos podem reduzir suas emissões de CO2 a fim de reduzir o aquecimento global. “A temperatura só vai parar de subir”, afirmou ele, “quando chegarmos a quase zero [em emissões de carbono].

Pelo fato de que a quantidade de CO2 emitida tem relação com a população humana, Gates mencionou resumidamente meios de reduzir a projetada população mundial, inclusive “serviços de saúde reprodutiva” — aborto e contracepção — bem como vacinas.

“Ora, se realmente fizermos um grande trabalho na criação de novas vacinas, assistência de saúde, serviços de saúde reprodutiva, abaixaremos a população mundial em 10 ou 15 por cento”, disse ele.

Gates é famoso por financiar medidas de controle populacional pró-aborto — mas a referência que Gates fez sobre vacinas imediatamente lançou especulações com relação ao uso de tais drogas para disseminar agentes esterilizantes em grande escala.

Campanhas de vacinação no passado foram encobertamente usadas para esterilizar mulheres. Em 1995, o Supremo Tribunal das Filipinas descobriu que as vacinas usadas numa campanha de vacinação antitetânica do UNICEF continham o B-hCG, que quando dado numa vacina, destrói permanentemente a capacidade de uma mulher sustentar uma gravidez. Aproximadamente três milhões de mulheres já haviam tomado a vacina.

Apesar disso, Gates afirma trabalhar com uma perspectiva aparentemente contraditória de que diminuindo-se a mortalidade infantil também diminui-se o crescimento da população. Em resposta a uma pergunta de LifeSiteNews, a Fundação Gates — observando que Gates havia discursado no evento de TED exclusivamente a título pessoal — apontou para o fato de que Gates disse em sua Carta Anual de 2009 que um “fato surpreendente, mas crítico, é que reduzir o número de mortes [infantis] realmente reduz o crescimento populacional”.

Ele continuou, explicando que a teoria de que pais terão mais filhos quando a mortalidade infantil é elevada, a fim de garantir que vários filhos sobrevivam para cuidar deles quando envelhecerem.

“Se melhorarmos o sistema de saúde numa sociedade… de forma surpreendente, o crescimento populacional cai”, Gates disse para a CNN em 2008. “E é por isso que os pais precisam ter alguns filhos para sobreviver na vida adulta para cuidar deles quando ficarem velhos”.

“E assim, se eles pensam que ter filhos é o que eles precisam fazer para ter pelo menos dois para sobreviver, é isso o que eles farão. E o que é estupendo é que no mundo inteiro, à medida que o sistema de saúde melhora, então o crescimento populacional é realmente reduzido”.

A Fundação Bill e Melinda Gates recentemente se comprometeu a doar dez bilhões de dólares para vacinar crianças no mundo inteiro.

Traduzido por Julio Severo

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

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  1. Isso é um movimento que existe no mundo inteiro. É um movimento perigoso e altamente organizado. A cultura de morte apregoada nessa sociedade hedonista está sendo elevada ao extremo em atitudes de genocídio escancarados. Alguém depois de ler este artigo terá coragem de tomar a vacina contra a gripe suína?
    Vamos pesquisar mais e criar um espaço de debate e combate a cultura de morte. Não podemos ser estimulados apenas pelo que as campanhas governamentais nos ditam, sim por que as reportagens relacionadas a gripe suína não passam de campanha governamental.

  2. Vejo que só fazendo com que as mulheres parem de ter filhos; não vai melhorar a situação do nosso mundo. Mas antes de fazermos com que o mandamento de Deus seja disfeito, é necessário concietizarmos nossas crianças e famílias para prática cristã do fraternidade, do amor, da concórdia. Não façamos da busca de um mundo melhor uma utopia, mas sim uma realidade, com pequenas atitudes de amor ao próximo.

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